Heloisa Helena Pereira de Carvalho, Advogado

Heloisa Helena Pereira de Carvalho

Rio de Janeiro (RJ)
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Sobre mim

Especialista em Direito Civil e do Consumidor
Graduada em Direito pela Universidade Santa Úrsula, especialista em Direito Civil, Consumidor, Responsabilidade Civil e Bancário. Pós-graduanda em Direito Processual Civil com ênfase no Novo Código de Processo Civil pela ESA/OAB. Com mais de 20 anos de experiência nas áreas informadas e larga experiência em condução de processos ativos e reativos, bem como realização de audiências tanto em Juizados quanto em Varas Cíveis. Atua também na área de Órfãos e Sucessões, especificamente para propor e acompanhar Inventários.

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É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Processual Civil, 33%

É o conjunto de princípios e normas jurídicas que regem a solução de conflitos de interesses por ...

Direito de Família, 33%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · anteontem
Não falta mercado para os médicos. Na verdade, sobra o suficiente para que possam escolher as oportunidades melhor remuneradas. No PSF (hoje intitulado ESF) da minha região, o médico passou em um outro concurso, melhor, e saiu. Pediu exoneração desse cargo para assumir outro. Estão há meses chamando os que estavam na lista de espera e adivinhe? Ninguém se interessou. Estão, agora, em processo de contratação via tentativa de enquadrar a possibilidade de dispensa licitatória da Lei 8666. Superada essa fase, será que mesmo isso, garantirá que algum médico queira o cargo? Sei não. Uma coisa é fomentar a qualidade do ensino médico, o que é essencial. Outra coisa é impedir a formação de mais médicos, o que também é essencial (a formação, não o impedimento). Não adianta dar uma de avestruz e esconder a cabeça no buraco. Precisamos de melhores médicos e de mais médicos. Dos dois. Não adianta formar menos médicos, tão ruins quanto.

Já a situação dos cursos de Direito é bem diferente. Não precisamos de mais advogados, apenas de melhores advogados. Simples assim. Mas, graças a questões que levantei no meu desabafo acima, o fato é que os advogados influentes, inclusive ocupantes de postos de comando dentro da própria OAB, muitos deles (não todos), vivem EXCLUSIVAMENTE (ou quase) do meio acadêmico e da mídia. Se tirássemos o emprego de professores, ou a atividade empresarial como sócios proprietários de faculdades e "uni esquinas" da vida, meio mundo da classe, hoje nas "cabeças", estaria, num estalar de dedos, na "lanterninha". É isso.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · anteontem
Qualificação pós graduação também é uma coisa bem relativa. Bemmmm, bemmmm relativa mesmo. Eu, por exemplo, tenho uma pós latu sensu financiada por meu pai, como uma espécie de "continuidade" da minha educação. Uma vez no mercado, por minha conta e risco, jamais ganhei o suficiente para bancar minha strictu. Isso não me incomodava, até há bem pouco tempo, pois sempre fui prática, como os engenheiros, cuja classe é unânime em reconhecer que as stricuts sensu só fazem sentido pra quem for seguir carreira acadêmica (pra quem não entendeu, leia-se, a grosso modo: quem for dar aula em faculdade ou dedicar carreira a pesquisa científica). Como nunca me importei com carreira acadêmica, não esquentei a cabeça. Até que, nos últimos anos, graças a uma série de alterações nas políticas de educação, comecei a ver, em todas as classes e seguimentos, pessoas "semi" analfabetas, tituladas de mestres e doutores. "Semi" é uma cortesia minha. Acho realmente revoltante. De um lado, exigem que o advogado praticamente trabalhe de graça, e de outro, que para ser considerado "bom" possa pagar por um curso cuja mensalidade custa quase a totalidade de sua renda de subsistência? Ora façam-me o favor.

Então, desabafo dado, deixo um recado à população em geral: não se enganem e nem se deixem impressionar pela "titulação" de um advogado. Leia o que ele andou escrevendo, e pesquisem sobre a média de sucesso que alcança nas causas que patrocina. Se informem sobre tudo isso e, acima de tudo, confiem na indicação de ex clientes. É isso que faz o advogado. Nós temos que ser cultos, estarmos atualizados, sabermos atuar. Isso, nós alcançamos com a base de ensino que tivemos, e com os estudos constantes ao longo da vida. A partir da titulação, desde o bacharelado (formatura), bem como as pós graduações que tivemos oportunidade de fazer, até o dia em que morremos, somos todos, essencialmente, auto ditadas, pois a legislação muda como as estações do ano. Não adianta ser "doutor" cujo título já conta com 20 anos, se HOJE, não estamos preparados para a causa que nos é apresentada HOJE. Saibam que não existe nenhum curso, nenhum mesmo, que ateste o preparo do advogado para a atuação na defesa dos seus interesses. Isso, quem determina, é o mercado. Ou seja: são os clientes.

Mas, além de tudo isso, o mais essencial é a confiança. É sentir firmeza no contato com o advogado. Sentir que o que ele disse em uma consulta preliminar está de acordo com tudo o que você pesquisou antes sobre seu caso. Sentir que o que ele diz, faz sentido. Sentir que ele irá de fato, agarrar sua causa com unhas e dentes e irá estudar e varar noites em claro pesquisando, para garantir ao máximo suas chances de vitória. Confie em seu "feeling".

E, para terminar, leiam o que escreveu Elenilton. O problema que ele apresenta existe e mais: não apenas na graduação, mas nas pós graduações também. Que fique isso muito registrado.

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